E das belezas que encontro
Já nem sei mais que digo
Nos teus olhos pura beleza encontro
Tua riqueza faz-me sentir mendigo
Inspiro-me em tudo e tudo escrevo
Faço versos p'ra escrever à vida
A vida que que seus olhos dão
Que domina, como livre escravidão
Em cada foto, Em cada movimento
Eu encontro mais, sempre mais beleza
Isso só não é paixão, tenho já certeza
É minha obsessão , É meu contento
Eu não quero ser amigo só
Quero ser adimirador eterno
Ter de tua alma mais folego
Tornar-me algo melhor, maior
Perdoe-me por não ser teu desejo
Mas não posso sê-lo assim
Não seria eu próprio, com meu zelo
Se tua boca viesse até a mim
Mas saibas anjo meu, que se cala
Que eu todos os dias a vejo aqui
Como no sagrado dia em que vi
Seus olhos perto, iluminado minh'alma
Já nem sei mais que digo
Nos teus olhos pura beleza encontro
Tua riqueza faz-me sentir mendigo
Inspiro-me em tudo e tudo escrevo
Faço versos p'ra escrever à vida
A vida que que seus olhos dão
Que domina, como livre escravidão
Em cada foto, Em cada movimento
Eu encontro mais, sempre mais beleza
Isso só não é paixão, tenho já certeza
É minha obsessão , É meu contento
Eu não quero ser amigo só
Quero ser adimirador eterno
Ter de tua alma mais folego
Tornar-me algo melhor, maior
Perdoe-me por não ser teu desejo
Mas não posso sê-lo assim
Não seria eu próprio, com meu zelo
Se tua boca viesse até a mim
Mas saibas anjo meu, que se cala
Que eu todos os dias a vejo aqui
Como no sagrado dia em que vi
Seus olhos perto, iluminado minh'alma
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