Oh meu coração, que coisa que me penso;
Pois se meu amor, por ti, frente ao de Deus,
Chama-se, por todos, de fraco e pequeno;
Se, me digo louco, de Deus, digo insano.
Não para perjúrio do Santo e Auto,
Mas pela incompreensão de caridade.
Se caridade, nEle, é mais que amar-te,
Amar é insano, pelo que nisto comparo.
E na minha recusa, deste dito fato,
De crer nas deveras do ato,
De sentir, mais do que por ti sinto,
A curtos passos em descrença me mato.
Contudo, de realidade, mentir não se pode;
Vivem meus eus do fato que digo:
Que em Jesus e Deus, o amor maior reside,
E aqui ninguém, mais do que eu, irá amar-te!
Pois se meu amor, por ti, frente ao de Deus,
Chama-se, por todos, de fraco e pequeno;
Se, me digo louco, de Deus, digo insano.
Não para perjúrio do Santo e Auto,
Mas pela incompreensão de caridade.
Se caridade, nEle, é mais que amar-te,
Amar é insano, pelo que nisto comparo.
E na minha recusa, deste dito fato,
De crer nas deveras do ato,
De sentir, mais do que por ti sinto,
A curtos passos em descrença me mato.
Contudo, de realidade, mentir não se pode;
Vivem meus eus do fato que digo:
Que em Jesus e Deus, o amor maior reside,
E aqui ninguém, mais do que eu, irá amar-te!
(2009)
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