quarta-feira, 30 de abril de 2008

A bela

Do que vejo, não minto eu
Mas por costume, sussinto
Nada digo, apenas sinto
O bom cheiro do perfume teu

E, de tudo que eu atento vejo
Sobrepor não posso, seria louco?
Descrever com conhecimento pouco
O sentir do saborear seu doce beijo

Contudo, de todas as tuas verdades
Além do ver de meus humanos olhos
Não existe encanto mais notório
Do que, do teu coração, a sinceridade

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