Onde quer que vá eu
Não há marcas que comprovem
Pois sou espectro, não homem
Não possuo o próprio corpo meu
Como farol distante observo
A existência dos viventes
Seres vagantes, doentes
Sem a cura que busco, que quero
Sou pensante, sou amante
Sou calhorda, um farsante
Sou eterno sonhador!
Engano homens num instante
De que vivo, amante e confiante
mas não vivo, eu sou é dor!
Não há marcas que comprovem
Pois sou espectro, não homem
Não possuo o próprio corpo meu
Como farol distante observo
A existência dos viventes
Seres vagantes, doentes
Sem a cura que busco, que quero
Sou pensante, sou amante
Sou calhorda, um farsante
Sou eterno sonhador!
Engano homens num instante
De que vivo, amante e confiante
mas não vivo, eu sou é dor!
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